Esclarecimento do Conselho de Administração
A união de todos os que querem o bem da Associação Humanitária de Bombeiros de Parede Amadeu Duarte (AHBP) é hoje ainda mais necessária quando prosseguem atuações absurdas e ilegítimas que empurram a Associação para caminhos bastante perigosos.
O grupo de bombeiros que, nos últimos meses, promoveu coercivamente a usurpação da direção pelos vogais Jorge Lourenço Martins e Maria João Cunha impedindo o Conselho de Administração e o Presidente legalmente em exercício de acederem às instalações ao perceberem que o vogal referido, que se autointitulava presidente, já não era reconhecido por ninguém, a não ser por ele próprio e pelos seus agressivos apoiantes, montaram mais uma ilegalidade na tentativa de prolongar a usurpação e impedir o apuramento de responsabilidades.
Neste quadro o Conselho de Administração legítimo emitiu o seguinte comunicado
Esclarecimento do Conselho de Administração
Face à situação resultante da encenação, no passado dia 27 de junho, de duas pretensas “assembleias” de associados, convocadas irregularmente à margem da Mesa da Assembleia Geral e atempadamente impugnadas, os membros signatários do legítimo Conselho de Administração (CA) da Associação Humanitária dos Bombeiros de Parede “Amadeu Duarte” (AHBP) vêm prestar o seguinte esclarecimento:
1 - Considerando cada vez mais necessária a ajuda de todos os que se dispõem a recuperar o bom nome e a credibilidade da AHBP, contra todas as ilegalidades orquestradas por um pequeno grupo de manobradores que, na sombra, se têm servido da vaidade pacóvia de tristes marionetas para usar a Associação em proveito próprio, os signatários, membros maioritários do Conselho de Administração resultante das últimas eleições válidas para os órgãos sociais da AHBP, persistem na defesa da legalidade, que passará (1) pelo livre acesso dos órgãos legítimos às instalações de direção, (2) pelo apuramento das muitas e graves irregularidades entretanto cometidas em nome dos órgãos diretivos, e (3) pela realização de uma verdadeira Assembleia Geral Eleitoral, a convocar legalmente, pelo órgão competente, para que possa ser reposta a normalidade dentro da Associação de Bombeiros de Parede “Amadeu Duarte”.
2 - Todos entenderão que, para a validade de uma Assembleia Geral Eleitoral importa que comece por ser regularmente convocada, pela Mesa da Assembleia Geral, que deverá também organizar o ato eleitoral, nos termos em que determina o capítulo VI dos Estatutos, promovendo e viabilizando a participação do maior número possível de votantes, exatamente ao contrário da fraudulenta exclusão de centenas de associados ensaiada, sob ridículos pretextos, no dia 27 em que foi “votada” uma lista única com segurança privada à porta para evitar a entrada de quaisquer possíveis “desalinhados”.
3 - Mas ninguém ignora a situação vivida na AHBP desde que o presidente do CA eleito se demitiu, situação agravada pela inviabilização das eleições que tinham sido regularmente agendadas para o dia 22 do mês de março último, a que agora acresce a encenação da tomada de posse dos “novos órgãos sociais” impostos na única “lista candidata” admitida nas “eleições” forjadas.
4 - Todas estas irregularidades aguardam o apuramento judicial dos responsáveis e as competentes decisões, mas o criminoso afastamento de todos os instrumentos de direção a que os signatários têm entretanto sido sujeitos não permite o exercício das tarefas para que foram eleitos, nem o controlo das manobras de quem, em proveito próprio, tem usurpado as instalações, os documentos e todo o equipamento da direção da AHBP, cujos prejuízos só aos usurpadores poderão ser imputados, sejam eles anteriores ou posteriores às mencionadas “eleições”.
5 - Na atual conjuntura, em defesa da própria dignidade e dos superiores interesses da Associação, até que a legalidade e a vontade dos associados expressa na última Assembleia Geral Eleitoral válida (realizada em 2016) sejam repostas na AHBP, os membros do Conselho de Administração signatários declinam, expressa e publicamente, toda e qualquer responsabilidade relativamente às decisões e procedimentos de que se encontram marginalizados, sem possibilidade de uma avaliação rigorosa e eficaz, pelo que se recusam a reconhecer ou validar qualquer procedimento ou decisão tomada em nome da AHBP à sua revelia e, bem assim, a colaborar, sob qualquer forma, na fraude vigente.
Parede 16 de julho de 2019
António Rodrigues Soares - Presidente do Conselho de Administração da AHBP
João Henrique Calado - Tesoureiro do Conselho de Administraçãoda AHBP
Sofia Seca - Secretária do Conselho de Administraçãoda AHBP
Maria Teresa Gago - Vogal do do Conselho de Administraçãoda AHBP
- Visualizações: 52










